As vozes te perturbam...
As indiretas ainda te atraem e as
propostas que estão nas entrelinhas ainda te chamam atenção por mais que tenha
passado muito tempo.
Um ano ou dois de pausa.. Outro
encantamento uma estabilidade uma casa?
O que ser?
O que se tonar se a sua escolha
for à aventura e não a estrutura?
As interrogações consomem o teu
sono, e os ventos sopram mais fortes
quando você senta na frente de uma mensagem ou de um sinal de que essa aventura
se aproxima.
E isso nem tem rima , ela se
aproxima naturalmente como um dente a nascer devagar sem doer ou doendo aos
pouquinhos cada passo devagarinho flor em flor como num jardim de poucas rosas,
ou como uma flor de vários e miúdos espinhos.
Será que e normal isso?
Os teus sentimentos te apavoram
mais essa adrenalina com preocupação que afoba teu coração e esquisita mais ao
mesmo tempo você no fundo no fundo acha que e bom, ainda sufoca ainda rouba alguns minutos
ou horas da sua atenção. Depois de muito tempo ainda existir um restinho se
quer de sentimento.
Mais não temas os segundos vão te
levando ao caminho certo, o tempo de mostra a direção nem sempre a bussola da
vida e o seu coração. O que vai acontecer ou o que esta acontecendo pode ser só
provação, e se um dia rolar traição não entenda como tal pode ser só uma prova
como provar o sal na comida pra ver se está boa a pedida, ver de perto de certo
se ainda tem o mesmo gosto ser honesto.
Que o tempo te acalme que os
ponteiros não passem rápido mais também não andem devagar que esse incompleto
sempre se deixe ser incompleto por que completo demais entra numa estatística
de índice de qualidade tão grande que não precisa-se de RENOVAÇÃO.
Viva, deixe que as linhas se
cruzem, deixe que o tempo cure, deixe viver. Mais não fuja do que hoje e a sua
base, não deixe que o seu teto a sua estrutura FUTURA seja destruída por uma
loucura. Se tens juízo deixe que ainda reste um pouco mais.
Tenha Fé, que esse mal de amor se
cure e que o bem desse todo amor se guarde e se estendab por muitos e muitos
anos.
Obs: Texto baseado numa historia
real.
Escrito em 04.04.2012 as 04:38
Por, Rita de Cássia Gonçalves Silva

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